Viajem de estudos



No dia 28 de maio, o terceiro ano do colégio salvatoriano Bom Conselho visitou duas das mais importantes empresas do Rio grande do sul e do Brasil. Uma delas foi a Braskem que é uma empresa petroquímica que tem o maior complexo de produção de resinas termoplásticas da América Latina, podendo ser incluída entre as dez maiores do mundo, ou seja, é uma empresa de grande importancia social e econômica. A empresa, assim como outras estão localizadas no cinturão verde , uma área rodeada de árvores, plantas , rios e animais que ajudam muito na restauração e absorvição dos residos liberados pelas empresas que ali habitam. As empresas que funcionam no cinturão verde fazem um tipo de “esquema” de três gerações diferentes, a primeira e a segunda é responsabilidade da braskem, mas afinal o que seriam estas três gerações? •Começamos pela primeira geração onde um produto quimico chamado nafta que é um derivado do petróleo e vem por espécies de tubulações onde vai ser armazenada em tanques e logo passará por um forno onde os carbonos serão quebrados e acontecera o fracionamento fazendo assim a sepração por densidade , depois de todo esse processo está terminada a primeira geração e é armezenada em espécies de tanques e esferas enormes, podendo ser distrubuida para outras empresas. • A segunda geração é a passagem de gases e líquidos para resinas ou pequenos grânulos que quando aquecidas amolecem e assim podem ser fundidas e moldadas diversas vezes. • A terceira geração usa as resinas da segunda geração e fazem a transformação para produtos finais. Os produtores de terceira geração fabricam vários bens de consumo e industriais, inclusive recipientes e materiais de embalagem, tais como sacos, filme e garrafas, tecidos, detergentes, tintas, autopeças, brinquedos e bens de consumo eletrônicos. Existem mais de 11 mil produtores de terceira geração em atividade no Brasil. Como o processo das gerações dependem de muitas substancias químicas nos perguntamos: O que a empresa faz para tentar inibir os efeitos dos gases liberados?Existem três projetos principais que respondem a esta duvida. Primeiro falamos sobre a inclusão social cujo objetivo é gerar renda para as famílias, oferecendo condições e oportunidades para a melhoria da qualidade de vida da comunidade que vive próximo a empresa e pode ser prejudicada. O segundo projeto é Educação ambiental onde procuram promover mudanças de atitude e comportamento em crianças, jovens, professores e lideranças comunitárias com relação à questão ambiental, contribuindo, assim, para a melhoria da qualidade. O terceiro é a promoção cultural onde valorizam, reconhecem e premiam as melhores performances do teatro baiano, em 10 categorias.
Saímos do pólo petroquímico e fomos para a SITEL, Superintendência de Tratamento de Efluentes Líquidos, esta empresa tem a função de tratar os efluentes líquidos resultantes das atividades operacionais das indústrias do pólo petroquímico que vimos ali em cima. Estes efluentes líquidos consistem em duas correntes : orgânica ( exige um tratamento mais complexo através de processos físicos, químicos e biológicos) e o inorgânico ( uma corrente mais limpa que necessita apenas de um polimento final.) Os líquidos orgânicos são divididos em três etapas, na primeira são eliminados matéria flutuantes e grosseiros como o óleo e a areia. Na segunda é eliminada a matéria orgânica através do processo biológico por lodo ativado. E na terceira , os sólidos remanescentes são removidos por filtração e depois é mandado para a chamada “Fazenda do Lobo”.Obrigado a todos.

A boa notícia é que o "buraco" da camada de ozônio sobre a Antártida está lentamente se curando, graças aos controles das substâncias que empobrecem a camada de ozônio que foram uma vez amplamente utilizadas em produtos como frigoríficos e aerossóis. Cientistas francêses anunciaram que até 2040 o "buraco" já estará completamente fechado.

Infelizmente, a recuperação do "buraco" da camada de ozônio tem um lado prejudicial ao meio ambiente: O regresso de um fino cobertor suspenso sobre o ozônio irá elevar a temperatura ao longo do sul da região polar, de acordo com um novo estudo realizado por cientistas da Universidade do Colorado em Boulder, do National Oceanic and Atmospheric Administration, e da NASA Goddard Space Flight Center.

Postado por: Matheus Canal

Buraco na camada: As sete pragas do ozônio






Relação dos efeitos que a destruição da camada de ozônio pode ter sobre a superfície terrestre.




É sabido há alguns anos que a camada de ozônio que protege a Terra da radiação solar ultravioleta (UV) está ameaçada. Mas só há pouco as Nações Unidas divulgaram uma lista consolidada dos possíveis efeitos do estrago no escudo do planeta:



1) Aumento de enfermidades: 1 por cento a menos na camada de ozônio pode significar 100 mil novos casos a mais de catarata e 10 mil de câncer de pele;


2) Aceleração do efeito estufa: os raios ultravioleta afetam o plâncton marinho, responsável pela absorção de parte do dióxido de carbono; livre, o gás sobe para aprisionar o calor;

3) Quebra na cadeia Alimentar: o plâncton alimenta crustáceos e moluscos de que se nutrem os peixes;

4) Empobrecimento das plantações: as bactérias que absorvem o nitrogênio do solo são sensíveis ao UV; para compensar, as plantas retiram mais nutrientes do solo, o que exigirá o uso de mais fertilizantes;

5) Desequilíbrio do sistema imunológico: a exposição prolongada à radiação enfraquece o organismo; aumenta os riscos de doenças infecciosas e as vacinas perdem eficiência;

6) Aumento da poluição: a radiação adicional estimula a concentração de poluentes na baixa atmosfera;degradação de materiais: plásticos, borrachas, madeiras, têxteis e tintas duram menos.
7) Fim do mundo?
Redigido por: Anderson de Mello Cansi

Buraco na camada de ozônio ameaça cadeia alimentar


Cientistas americanos alertam que o buraco na camada de ozônio sobre a Antártida pode prejudicar a cadeia alimentar que sustenta a vida selvagem da região.


A radiação solar ultravioleta que passa pelo buraco do tamanho da América do Norte, aberto na camada de ozônio sobre a Antártida, já pode estar prejudicando a cadeia alimentar que sustenta a vida selvagem na região. O alerta foi feito por cientistas da Universidade do Texas, que fizeram experiências com plâncton, vegetais microscópicos que servem de alimento para o krill, molusco que por sua vez entra no cardápio de peixes e baleias. A exposição excessiva à radiação parece destruir a clorofila responsável pela fotossíntese do plâncton.

Em 1989, a concentração de ozônio sobre a Antártida tende a ser menor ainda que nos anos anteriores - a campanha mundial pela abolição dos clorofluorcarbonos, gases responsáveis pela erosão do ozônio, não produz resultados instantâneos. No Hemisfério Norte, enquanto isso, cientistas acreditam que os efeitos da radiação podem estar sendo neutralizados - quem diria - pela poluição. A falta de ozônio na alta atmosfera seria compensada por um aumento da concentração do gás perto da superfície por causa da descarga de automóveis e queima de combustível nas indústrias. Para quem sufoca no ar envenenado das cidades, a hipótese é um amargo consolo.
Redigido por: Anderson de Mello Cansi


A pouco tempo ouvimos falar em uma erupção de um vulcão chamado Eyjafjallajokull ai eu me perguntei, sera que erupção vulcanica pode afetar a camada de ozônio?



A resposta a esta pergunta é SIM. Mas apenas um vulcão muito forte pode lançar compostos clorados a esta altura (são os elementos cloro e bromo que destroem as moléculas de ozônio).

A erupção vulcanica é unica atividade natural que pode atingir a camada de ozônio pois ela esta na estratosfera (entre 25 e 30 km acima da superfície da Terra).

Redigido por: Anderson de Mello Cansi

Vídeo



Este é um vídeo explicativo produzido pelo INPE com um modelo de como se ocorre o processo de destruição da camada de ozônio pela liberação de CFCs na atmosfera e dados estatísticos dessa destruição durante os anos

Postado por: Mateus Forcelini

O que está acontecendo com a camada de ozônio?

Existem evidências de que algumas substâncias fabricadas pelo homem estejam destruindo a nossa camada de ozônio. O primeiro buraco foi detectado em 1977 por cientistas britânicos, e ele se localizava sobre o continente da Antartica, desde então têm se acumulado registros de que a camada está se tornando mais fina em várias partes do mundo, especialmente nas regiões próximas do Pólo Sul e, recentemente, do Pólo Norte.

Existem diversos tipos de substâncias quimícas que acabam por destruir o ozônio quando entram em contato com ele. Tais substâncias contribuem também para o aquecimento do planeta, conhecido como efeito estufa. A lista negra dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos exaustores dos veículos e o CO2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Mas, em termos de efeitos destrutivos sobre a camada de ozônio, nada se compara ao grupo de gases chamado clorofluorcarbonos, os CFCs.

Após sua liberação no ar, os CFC levam cerca de 8 anos para chegarem até a estratosfera, onde são atingidos pela radiação ultravioleta e liberam cloro, que rege com o ozônio e libera O2, o problema é que o oxigênio não é capaz de proteger a terra dos raios ultravioletas. Uma única molécula de CFC pode destruir cerca de 100 mil moléculas de ozônio.

Porém os seres humanos não são a única espécie a sofrer as conseqüencias do buraco na camada de ozônio, todos as formas de vida, inclusive plantas, podem ser debilitadas. Acredita-se que níveis mais altos da radiação podem diminuir a produção agrícola, o que reduziria a oferta de alimentos. A vida marinha também está seriamente ameaçada, especialmente o plâncton (plantas e animais microscópicos) que vive na superfície do mar. Esses organismos minúsculos estão na base da cadeia alimentar marinha e absorvem mais da metade das emissões de dióxido de carbono (CO2) do planeta.

Fonte: http://www.wwf.org.br/

Postado por: Mateus Forcelini


 

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